Adam Smith previu que o acúmulo de bens de capital ao longo da história iria aumentar exponencialmente a variedade de empresas. Por isso os modelos de negócio teriam um ciclo de vida cada dia menor e seria necessário se reinventar constantemente.

 

 

Pelo visto o grande economista do século XVIII tinha razão!

 

O livre mercado tem o poder de suprir todas as demandas, das mais simples até as mais complexas. O mercado se traduz como uma ferramenta que busca constantemente saciar a imprevisibilidade (indecisão) do consumidor. Enquanto o estado atrasa o desenvolvimento econômico, o mercado aumenta a inovação e as trocas comerciais, que por isso ficam sempre mais dinâmicas. Uma tendência que afeta diariamente as empresas em uma crescente EXPONENCIAL, mas principalmente os profissionais…

 

Na geração baby boomer (período pós guerra) o capitalismo ainda era limitado e os empregos seguiam a premissa “para vida toda”, mas com aumento do número de empresas e a competição entre elas, os profissionais se viram em uma situação que precisam atender uma demanda cada vez mais exigente. E isso traz como consequência a segmentação das profissões em centenas de novas áreas, como a ocorre na medicina hoje, com médicos de pescoço ou mão. E também uma outra tendência, a morte prematura de vários segmentos, principalmente dos intermediários.

 

A tecnologia empodera o indivíduo e descentraliza o poder!

 

 

Isso significa que as grandes empresas, e os empregos em geral, tendem a morrer. Uma competição tão feroz cria negócios cada vez mais enxutos (menores). Seu projeto hoje TENDE a ser local e global ao mesmo tempo, tudo funcionando com um número mínino de colaboradores ou até mesmo com apenas uma pessoa. O chamado movimento “empresa de uma pessoa só” não para de crescer.

 

Na verdade o emprego não morre, ele apenas muda de comportamento, ao invés de você trabalhar para alguém, vai passar a oferecer um produto como empresa para uma empresa. Teremos um enorme B2B (business to business), bilhões de empresas trabalhando umas para as outras. Um mercado inteiro baseado em resultados, sem carteira de trabalho, onde se recebe de acordo com a sua produção. Isso não é uma previsão para o futuro, já é a realidade, que talvez ainda não tenha chegado para você.

 

No mundo inteiro as pessoas estão vendo os empregos desaparecer, porque as margens de lucro caem a cada dia e fica impossível ser eficiente com uma folha de pagamento. Nos países ricos os funcionários que executam tarefas são trocados por robôs e nos países pobres por aplicativos. A verdadeira tendência é que grande parte da população já está obsoleta, porque não enxerga a importância da GERAÇÃO DE VALOR e por isso serão substituídos por máquinas e aplicativos.

Aqueles que geram valor para o mundo terão mais e mais oportunidades.

 

O senso comum tenta vender que os robôs não vão matar os empregos, mas quem fará isso é você mesmo com a sua incompetência. Aquele que usar todos os bens de capital disponíveis hoje (aplicativos, robós, computadores e etc) em benefício próprio para ofertar serviços com valor agregado, vai ficar cada dia mais rico. O que morre é o ser dependente, coadjuvante da vida, esse pode ser trocado em minutos por qualquer equipamento.

Você está com dificuldade em se adaptar a esse novo mundo tão exigente? Posso te ajudar com o meu serviço de mentoria para empresários. Entre em contato pelo formulário abaixo ou mande uma mensagem para o meu whatsapp agora mesmo.

 

 

Att.

Roberto Pantoja

(61) 9 9287-4202

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